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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tratamento da dependência do crack e a internação compulsória


"Quando se vincula diretamente o cuidado das crianças e adolescentes usuários de crack à internação compulsória, traz-se grande preocupação. Não só por sua ineficácia e pelo seu alto custo comparado a outras modalidades de intervenção, mas também por não apresentar um plano terapêutico que considere a grande complexidade a que este público está inserido." "A busca pela reinserção familiar e social é imprescindível para que este processo de cuidado aconteça."

Ótimo artigo de Fabiana Lustosa Gaspar, psicóloga, Coordenadora Psicossocial da Organização Não Governamental Viva Rio:

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Blitz do Especial


A SEMASSA/CREAS tem o prazer de convidar você a se fazer presente na Blitz do Especial que ocorrerá no dia 21/09/2011 às 8hs da manhã na Praça Duque Bacelar em Coelho Neto, em comemoração ao Dia Nacional das Pessoas com Necessidades Especiais no dia 21 de setembro.
Participe você também.

2ª Conferência dos Direitos da Mulher


Vai acontecer no dia 20/09 a II CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES. O evento será realizado no predio do CRAS - Centro de Referência de Assistência Social, situado na Rua Vicente Correia Lima S/N no Centro da Cidade.
Apartir das 8hs.
Não Percam!

Alunos (as) do curso de Serviço Social da FACAM realiza projeto de uma Casa de Passagem.

Panfleto do Projeto

Na noite desta sexta-feira 16/09 o conselheiro tutelar Maurício Lima se reuniu com alunas do curso do Serviço Social da Faculdade FACAM, onde foi debatido e montado um Projeto de uma CASA DE PASSAGEM aqui de Coelho Neto-MA.
Os alunos apresentaram no domingo 18/09 onde segundo informações foi um sucesso, agora os alunos se reunirão e buscarão mais informações sobre o projeto e vai se juntar ao Conselho Tutelar e marcar uma audiência com Promotor e Juíza da Infâmcia e Adolescência para debatermos este belíssimo projeto, pois nossa cidade já está mais do que na hora de ter uma.

E aproveito para agradecer os alunos do Curso do Seviço Social em especial as alunas Aleksandra, Meiry, Mara e Marta que estão empenhada pela realização do Projeto.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bom Final de Semana para todos nossos amigos...

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CRAS: A CASA DAS FAMÍLIAS

Para quem não conhece o CRAS - Centro de Referência da Assistência Social é uma unidade pública estatal localizada em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinada ao atendimento socioassistencial de famílias.

O CRAS é o principal equipamento de desenvolvimento dos serviços socioassistenciais da Proteção Social Básica. Constitui espaço de concretização dos direitos socioassistenciais nos territórios, materializando a política de assistência social. Em Coelho Neto, no governo do Prefeito Soliney Silva o CRAS centro recebeu novas instalações e teve seus serviços ampliados.

Apresenta-se como conquista do atual governo a aquisição do CRAS II localizado no Bairro José Sarney, mesmo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome preconizando que a segunda unidade só é reservada para municípios com mais de 50.000 mil habitantes. Para se conseguir tal feito uma equipe liderada pela Secretária de Assistência Social Albertina Tavares e a articulação do Prefeito Soliney Silva sensibilizaram o MDS das vulnerabilidades que passam nossa população e da necessidade desse equipamento em um bairro tão populoso e cheio de demandas quanto o Bairro Sarney.

Segundo a Secretária de Assistência Social Albertina Tavares (foto) as ações descentralizadas tornam as ações mais próximas da população. “ A unidade II do CRAS nasceu a partir da necessidade de levarmos a Assistência Social para mais próximo da comunidade de forma descentralizada. Nesses equipamentos são desenvolvidos as ações do Programa de Atenção Integral a Família – PAIF acompanhado de equipe multiprofissional com ações diversificadas entre elas, acolhimento, acompanhamento em serviços socioeducativos e de convivência ou por ações socioassistenciais, encaminhamentos para a rede de proteção social existente no lugar onde vivem e para os demais serviços das outras políticas sociais, orientação e apoio na garantia dos seus direitos de cidadania e de convivência familiar e comunitária”, concluiu a Secretária.

Copiado do Blog Lingua Solta

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Pesquisa Mostra Que 92% das Crianças Usam a Internet Para Jogar

Foto da web

Estudo desenvolvido por canal de TV a cabo infantil comprova que se divertir é o que motiva as crianças na web


O que o seu filho mais gosta de fazer na internet? Provavelmente, o resultado de uma pesquisa realizada pelo canal por assinatura Cartoon Network, vai comprovar o que você já sabia: jogar. O estudo, feito com 3.750 crianças (entre 6 e 11 anos) na América Latina, sendo 750 delas brasileiras, revelou que o principal motivo que leva cerca de 92% delas a acessar a internet é para se divertir. Até mesmo nas redes sociais, são os jogos o que elas procuram.

Segundo os especialistas consultados para o estudo, esse resultado mostra que o brincar ainda é a grande questão da infância, mesmo com toda a tecnologia disponível atualmente. O que muda são as plataformas usadas para isso.

O estudo, chamado Kids Experts 2011, mostrou também que 88% das crianças participam, em média, de duas redes sociais. Não há especificação quanto ao tipo de rede social, se são aquelas próprias para crianças ou as gerais, como Orkut e Facebook. Um dado interessante é que o Twitter é usado por apenas 16% dos entrevistados. As crianças alegam que não entendem direito a ferramenta.

E se você se preocupa com o que o seu filho acessa na web, saiba que não está sozinho. Apenas 3% dos pais não controla de alguma maneira o que o filho vê na internet. E o melhor: até mesmo as crianças já têm noção de que não devem se expor demais: 74% consideram que não é adequado postar suas localização nas redes sociais e 72% fecha o conteúdo das redes apenas para que os amigos tenham acesso.

Outro ponto que chama a atenção é que a nova geração não diferencia o online do offline. Ou seja: as crianças não querem ter personalidades diferentes. Isso é comprovado quando 62% delas afirmam que só se relacionam nas redes sociais com pessoas que conhecem pessoalmente. Para elas, a vida na internet é uma extensão da “vida real” e não há barreira entre elas. Ainda assim, vale reforçar o quanto o seu olhar sobre esse relacionamento do seu filho com a internet deve se manter sempre atento.



Fonte: Revista Crescer
Com a colaboração do Blog Salvem as nossas crianças

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Crianças são dopadas em troca de benefício

Mães colocam em risco a vida dos próprios filhos ao entrarem em esquema fraudulento de previdência

Maurício Gonçalves/Gazeta de Alagoas

Durante quatro dos sete anos de sua vida, a menina tomou remédio controlado três vezes por dia. Enquanto o juízo da filha zanza, a mãe recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC) de um salário mínimo por mês. Nada grave se não fosse uma fraude. É um golpe que acerta em cheio pobres cabeças infantis. A dona de casa está orientada a fingir que a criança é “doida” para ganhar o dinheiro da Previdência Social, garantido pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas).

Tal como ela, centenas de mães na região da orla lagunar são compradas por um esquema que envolve médicos, psicólogos, assistentes sociais, postos de saúde, clínicas infantis, entidades filantrópicas, advogados, atravessadores e funcionários do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O objetivo: fraudar a Previdência. A contraindicação: simular o retardo mental e outros transtornos. A reação adversa: deixar as crianças doentes, de fato.

A falcatrua existe há muitos anos e chama a atenção de profissionais sérios que também atuam em postos de saúde e escolas da área. Todos ficam indignados, mas poucos têm coragem de denunciar. Alguns reuniram informações e documentos que podem comprovar o golpe. Muita coisa foi encaminhada ao Conselho Tutelar do Vergel.

Escolas sob pressão

A mente “mente”, mas às vezes não engana. É o caso de crianças que recebem o BPC e têm um bom desempenho na escola. O médico aponta retardo mental, distúrbios de conduta, epilepsia e transtorno hipercinético, mas o aluno acompanha as aulas, tira notas boas e se relaciona bem com os colegas. O diagnóstico é subjetivo e suspeito. Chefe da Perícia Médica do INSS, Germana Moraes diz que constantemente se depara com inúmeros atestados falsos, assinados por médicos coniventes com o crime.

Durante duas semanas, a Gazeta seguiu os rastros do conluio que “enlouquece” guris e gurias sadios. A reportagem teve acesso aos nomes de três médicos, duas assistentes sociais, duas psicólogas e dois intermediários acusados pelo golpe, mas decidiu não publicá-los, por enquanto, porque o conselho ainda elabora provas contra eles.

Nas entrevistas com professoras, diretores de escolas, funcionários de postos de saúde e, principalmente, mães e filhos, fica evidente que estas crianças sofrem com a farsa e podem estar tomando drogas pesadas sem necessidade. Pior ainda é a intermediação de pessoas que lucram com o golpe e passam propinas para os profissionais de saúde e serviço social que oficializam a “doença mental”.

Mães vão ao extremo por dinheiro

A educadora de uma escola está assustada com a grande quantidade de alunos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e não deveriam tomar medicamentos. “A gente percebe que as crianças estão sendo incapacitadas por interesse. Estava fazendo um relatório de uma menina para encaminhar à psicóloga e ela começou a chegar assanhada, com a roupa suja, um jeito estranho, mudando totalmente o comportamento”, relata.

Ao perguntar porque ela estava daquele jeito, tão diferente, malcuidada, a sincera inocência da criança falou mais alto na reposta: “É porque minha mãe disse que eu tenho de parecer doida”, cochichou para a pedagoga. Neste caso, a família já recebia o BPC há anos, dela e de um irmão. Por solicitação do INSS, a escola elabora um relatório de aprendizagem, que avalia concentração, nível cognitivo e socioafetivo.

Vila Brejal é recordista em doença

A Vila Brejal é uma das áreas de maior “incidência” de crianças com problemas psiquiátricos em Maceió. Resta saber se elas são mesmo vítimas de doenças mentais ou de malandros cerebrais. Quem conhece o golpe não fala nada, principalmente para a imprensa. A equipe da Gazeta só conseguiu obter informações no local porque se apresentou como pesquisadores da Universidade e chegou ao local com um carro descaracterizado.

Sem saber que se tratava de uma reportagem, a diretora do Posto de Saúde da Família da Brejal, Rejane Lemos, confirma que muitas mães já conseguiram o benefício com atestados médicos. “Tem uma mulher que já aposentou dois filhos e agora trabalha como intermediária e leva as outras mães para um advogado que ela conhece”.

Sob o pretexto de fazer uma pesquisa, conseguimos o apoio de uma agente de saúde, que nos levou a três mães que dão medicamento controlado para os filhos. Não cabe à nossa reportagem concluir se elas conseguiram o benefício ilegalmente ou não. A intenção é apenas mostrar o exemplo e sugerir que as “enfermidades” dos filhos delas sejam melhor investigadas. Só outro médico poderia dizer se o diagnóstico que elas receberam é errado.

Com colaboração do Blog Infância em Pauta

PL 267/2011


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante. De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://irmaoflavio.blogspot.com

Com colaboração do Blog Infância em pauta

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Lei Maria da Penha será tema de audiência pública na Assembleia nesta terça-feira

A efetividade da Lei Maria da Penha e as dificuldades para a execução das penas dos condenados por violência doméstica e familiar contra a mulher serão pautadas na audiência pública que acontece nesta terça-feira, dia 13 de setembro, às 15h no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Maranhão. A audiência é uma solicitação da presidente da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias da ALEMA, deputada Eliziane Gama (PPS).

Durante o evento também será discutida a situação de condenados da Lei Maria da Penha que estão cumprindo pena em casa, muitas vezes no mesmo ambiente da própria vítima, devido não haver local apropriado para o agressor.

“Nesta audiência vamos ouvir a Promotoria e o Juizado de Violência Doméstica.O Poder Público precisa fazer funcionar o Projeto Começar de Novo, criando um centro de ressocialização para retirar o homem agressor do convívio da companheira que violentou”, destacou Eliziane Gama.

No início do mês de agosto, Eliziane Gama ressaltou a necessidade de ampliação da rede de proteção para garantir os direitos femininos. Para a parlamentar o aniversário de 5 anos da Lei Maria da Penha representa o avanço e os muitos desafios no combate a violência contra mulher. “Para que esta lei estivesse hoje em vigor, foi preciso que a Maria da Penha ficasse tetraplégica”, lembrou.

Eliziane enfatizou que a Lei Maria da Penha tornou a legislação brasileira uma das mais arrojadas do mundo no combate a violência contra a mulher, porém, o seu cumprimento não está a altura. Ela citou que um exemplo disto é que mais de 50% da população feminina brasileira já sofreu algum tipo de violência.

A deputada acredita que deveriam aumentar o número de Varas de Justiça, Promotorias e Delegacias Especializadas, pelo menos das principais comarcas do Maranhão.

BNC Parlamento Estadual

Fonte: Blog BNC Notícias