| Mulher dá cigarros para a filha de dois anos e deixa a criança viciada; pai ficou revoltado A atitude revoltou o pai da criança, Gabriel Burulea, de 30 anos. | |||
| Depois do menino indonésio que fumava 40 cigarros por dia e precisou passar por tratamento para largar o vício, a mistura entre nicotina e criança voltou a causar polêmica, desta vez na Romênia. Elena Ursu, de 28 anos, decidiu ensinar a filha de dois anos e sete meses a fumar e postou fotos e vídeos da empreitada na internet. Agora, a pequena Elena Burulea não consegue mais abandonar os cigarros. A atitude revoltou o pai da criança, Gabriel Burulea, de 30 anos. Recentemente, Gabriel havia perdido no tribunal a guarda da filha. Após a divulgação das fotos, no entanto, os juízes recuaram e ordenaram que a criança fique temporariamente com Gabriel. - Estou muito aliviado. Quando me foi permitido visitá-la, Elena estava tão desesperada por um cigarro que colocava um atrás do outro na boca. É doentio - contou o pai, de acordo com o site The Romanian Times. Além do hábito de fumar, Elena Ursu também estimulava a filha a consumir muito café, algo pouquíssimo indicado para crianças. A polícia da cidade de Sus está investigando o caso, e a mãe pode ser punida por crueldade infantil. Fonte: www.cidadelivrefm.com.br | |||
SEJAM BEM VINDOS!
TUDO SOBRE: Direitos e Deveres de Crianças e Adolescentes, Informações, Utilidade Pública, Entretenimento, Cidadania, Política, Polícia, Educação, Esporte, Lazer, Cultura, Social e Saúde.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Mulher dá cigarros para a filha de dois anos e deixa a criança viciada; pai ficou revoltado
ProJovem realiza diagnóstico sobre a situação do lixo em Duque Bacelar
- Com a colaboração do portaltimonfm/duquebacelar
Literatura em Libras Estimula Inclusão e Desenvolvimento de Crianças Surdas
(Copiado do Blog Salvem as nossas crianças)
Histórias impressas e vídeos em Libras instigam memória e vocabulário.
"Realfabetização" dos pais é importante para a criança se sentir acolhida.
Com quatro anos, Fabrizzio Castro já sabe ler, escrever e chama a atenção como contador de histórias. A mãe dele, Fernanda Soares, credita o desenvolvimento ao intenso contato da criança com literatura. O menino, que é surdo desde o nascimento, é apaixonado por livros e DVDs infantis e chega a pedir os artigos como presente em datas comemorativas ao invés de brinquedos.
Histórias em formato impresso ou digital estimulam o vocabulário e o ganho de habilidades para crianças surdas. As narrativas traduzidas ou adaptadas para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) são ainda mais indicadas, segundo especialistas. Para a professora e coordenadora do Núcleo de Libras da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Elideia Bernadino, o contato com a Libras deve ser incentivado desde cedo. “O quanto antes [a criança] tiver contato com a Libras, melhor pra ela, porque vai ajudar no desenvolvimento cognitivo e ela vai adquirir uma língua cedo. O aprendizado da Libras não vai interferir no aprendizado do português”, afirma.
Ainda segundo a pesquisadora, as expressões corporais e faciais do intérprete que conta uma história transmitem sentimentos que ajudam na integração e no desenvolvimento das crianças da comunidade surda. “Vários surdos falam comigo: ‘português não tem emoção como a Libras’. O texto escrito é uma coisa fria para uma pessoa que não domina a língua. Na Libras, a criança sente a emoção narrada”, disse.
Fabrizzio, que é filho de surdos, teve contato com a Libras desde o nascimento. “Desde os primeiros meses, ele já é sinalizado. Ele falava ‘mamãe’ e ‘papai’ usando sinais. Hoje, ele está começando a aprender o português”, relatou a avó do menino, Cláudia Soares.
Mãe e avó de surdos, Cláudia acompanhou a evolução da literatura deste segmento nas duas últimas décadas. “Antes não se usava Libras, era tudo oralizado”, disse. Cláudia conta que a filha dela, Fernanda Soares, sofreu muito quando era criança. “Eu lembro que eu tinha um livro da Branca de Neve. Eu mostrava, contava do meu jeito em português e ela não entendia nada. Ela era oralizada, mas não sabia nem Libras, nem português. Ela chorava porque não compreendia e eu queria que a menina falasse, né”, disse.
Segundo Cláudia, antigamente, a surdez era vista como doença e os surdos não eram acolhidos como hoje. Ela relatou que tinha 18 anos quando descobriu que a filha Fernanda, com cinco meses, era surda, mas não aceitava. “Eu teimava pra ela falar ‘copo’, mas ela não entendia. Era difícil construir uma história, uma frase”, disse. “Quando ela dominou a Libras, aos 16 anos, passou a dar significado para as coisas”, completou. “Às vezes ela me perguntava ‘o que é isto?’ e eu não conseguia passar pra ela. Com o Fabrizzio, o retorno é imediato. Tenho várias formas para mostrar para ele. A comunicação é 100%. Com a Fernanda, não chegava aos 50%”, conta.
Para Cláudia, o reconhecimento da Libras como língua foi importante tanto para o avanço da literatura voltada para surdos, quanto para o desenvolvimento de outras áreas do conhecimento e pesquisas. Segundo informações da Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (Feneis), atualmente, cerca de 3% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência auditiva. Em 2002, o governo federal reconheceu a Libras como a língua oficial a ser utilizada pelos surdos, por meio da Lei 10.436.
Para a pesquisadora da UFMG Elidea Bernardino, é essencial que a família da criança surda aprenda Libras para que ela se sinta incluída. “A maioria dos surdos têm pais ouvintes, 90%, 95%. Um número muito pequeno de crianças surdas tem contato com surdos no início. Assim que uma criança surda nasce, os familiares ouvintes têm que ser ‘realfabetizados’”, diz.
Neste sentido, também é importante que os pais e familiares criem estratégias para incentivar as crianças a ler e se integrar. “Conheço um pai que, para criar o gosto pela leitura, começava a ler pra ele [para o filho] e, quando a história chegava ao clímax, ele fechava o livro, entregava para o menino e falava: ‘agora, você vai ler’. Aí, ele [a criança] ia começando a ler a história toda, entendendo melhor o português, ia curioso”, contou.
Segundo Elidea, narrativas elaboradas para as crianças surdas também devem ter elementos do português para que os pais compreendam e transmitam a mensagem aos filhos. “A história geralmente é sinalizada e tem legendas para os familiares entenderem o que é falado. O objetivo é chegar ao surdo pela sinalização e não pela legenda. Por isto, até a posição da leitura é diferente, pois a criança tem que ver o rosto de quem conta”, reflete a pesquisadora.
Para ela, histórias também são importantes para o desenvolvimento de habilidades como a memória e a noção de princípio, meio e fim, essencial para a compreensão de passado, presente e futuro. Cláudia e Fernanda, avó e mãe de Fabrízzio, investem em jogos e brincadeiras. ”A memória do surdo é visual. Um quebra-cabeça com 80 peças ele [Fabrizzio] monta em segundos. No jogo da memória, então, ele ganha de qualquer um”, diz Cláudia.
Mercado
No Brasil, o mercado literário tem crescido para atender a demanda da comunidade surda, especialmente das crianças, mas as iniciativas ainda não atendem a todos, segundo especialistas. “Me parece que ações governamentais são muito tímidas em relação a isto. Vejo que há muito barulho e pouca luz”, disse Astomiro Romais, diretor da Editora da Ulbra.
Geralmente, as narrativas publicadas por editoras são adequadas para o universo da comunidade surda. Temas como a interação entre surdos e ouvintes, a maneira como o surdo enxerga o mundo e a relação dos parentes ouvintes com o único surdo da família são recorrentes na literatura do gênero. A adaptação de livros clássicos também aparece com frequência nas prateleiras das livrarias e das videolocadoras.
Fonte: G1/MG
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Senado quer destinar 2% da arrecadação das loterias da Caixa para o ProJovem
Foto divulgação
Por: Agência Brasil
Brasília – O Senado enviará nos próximos dias para a Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 570/09, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que prevê a destinação de 2% da arrecadação das loterias da Caixa Econômica Federal ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem), com o objetivo de integrar os adolescentes à escola e qualificá-los profissionalmente.
O projeto foi aprovado ontem (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e agora segue para apreciação dos deputados, que devem discutir de onde tirar os 2% propostos, uma vez que a arrecadação das nove modalidades de jogos está toda rateada e sobram apenas 32,2% para o prêmio líquido da Mega Sena, por exemplo, ou 45,5% no caso da Loteria Federal.
Do todo, 20% são separados para despesas de custeio e para a manutenção dos serviços e percentual aproximado é descontado de Imposto de Renda, variando de acordo com a modalidade. Do que sobra, a Seguridade Social fica com boa parte, seguida por destinações para o crédito educativo, para os esportes, para o Fundo Nacional da Cultura e para o Fundo Penitenciário Nacional. Além disso, 22% da Timemania são destinados à recuperação das dívidas dos clubes de futebol com a União.
O problema vai ser de onde tirar os 2% sugeridos pelo projeto, mas o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), relator da proposta, está otimista quanto à aprovação da matéria também pelos deputados. Segundo ele, a Caixa Econômica Federal arrecadou R$ 8,8 bilhões no ano passado com as loterias e 2% disso resultariam em uma injeção de R$ 176 milhões, equivalentes a 14% do orçamento do ProJovem neste ano.
Com a colaboração do Portal Afonso Cunha
Com a colaboração do Portal Afonso Cunha
terça-feira, 11 de outubro de 2011
12 DE OUTUBRO: Dia das Crianças...

"Em nome de todos os conselheiros tutelares de Coelho Neto, venho desejar a todas as crianças" de Coelho Neto e região um feliz dia.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
sonho, projeto, feto...
Hoje sou como o raiar de um novo dia
O brotar de uma semente
O desabrochar de uma flor.
Sou como uma doce melodia
Com autor e partitura
Só preciso que me "toquem" com ternura
Para que eu possa ser gente.
Do bem, quero ser sempre contexto
Não nasci para ser avesso
Sou portador de sol
Trago luz
Alegria e esperança
Afinal sou criança
Imagem e semelhança de Jesus!
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
sonho, projeto, feto...
Hoje sou como o raiar de um novo dia
O brotar de uma semente
O desabrochar de uma flor.
Sou como uma doce melodia
Com autor e partitura
Só preciso que me "toquem" com ternura
Para que eu possa ser gente.
Do bem, quero ser sempre contexto
Não nasci para ser avesso
Sou portador de sol
Trago luz
Alegria e esperança
Afinal sou criança
Imagem e semelhança de Jesus!
Autor: Walter Pereira Pimentel
Menino de 12 Anos Comanda Programa de Rádio no Interior do CE
Alan apresenta um programa de rádio, gerencia gibiteca e é guia mirim.
Criança participa da Fundação Casa Grande em Nova Olinda, no Ceará.
O Dia das Crianças para Alan Cardoso dos Santos será de brincadeiras, mas também de muita responsabilidade. Nesta quarta-feira, o menino interrompe os festejos pela data às 14h para comandar o Som na Rua, programa que ele apresenta na rádio Casa Grande FM, de Nova Olinda (Ceará). “Aqui posso brincar e aprender coisas novas”, diz ele, que se diverte com os compromissos de adulto.
A emissora pertence a uma ONG (a Fundação Casa Grande) que mantém um museu e atende a 60 crianças – entre elas Alan - com programas sobre história, comunicação, arte e turismo. Na Fundação, que funciona desde 1992, os pequenos aprendem, produzem e transmitem conteúdo.
O garoto produz e apresenta o Som da Rua há seis meses. Em duas horas diárias de programa, Alan seleciona músicas de vários gêneros sem dispensar as preferências. “Toco de tudo, mas nunca deixo de colocar reggae”, confessa.
Alan também é guia do museu Memorial do Homem Kariri, gerente da Gibiteca (biblioteca de gibis) e integrante da equipe técnica do teatro da ONG, o Violeta Arraes. Para cumprir toda a agenda, durante a semana Alan fica meio período na Fundação por causa das aulas. No fins de semana e feriados, o menino diz que “corre” logo de manhã cedo e só volta para casa no fim da tarde.
Família
Alan mora com os pais e três irmãos em Nova Olinda há 11 anos. A família veio de Itatim (Bahia) para o Ceará em busca de emprego. Atualmente, o pai trabalha como operador de máquina, e a mãe é dona de casa e ganha renda extra como lavadeira. O menino conta que a mãe confia quando o filho está na fundação. “Minha mãe acha melhor quando estou lá”, comenta.
“Entrei na Casa Grande por interesse e conta própria, ninguém me obrigou”. Talvez seja por isso que o menino também reforça que não se cansa da rotina de adulto e que tem muito tempo para as brincadeiras da idade também. “Faço amigos e sempre conheço pessoas e culturas de outros locais”, conta animado.
Sempre criança
O estudante do 8° ano da Escola Municipal Padre Cristiano Coelho diz ser um bom aluno, mas ainda não sabe que profissão seguir quando crescer. Sobre o futuro, o menino tem duas certezas. “Quero continuar na Casa Grande por muito tempo e, quando for 'grande', quero continuar me sentindo uma criança”, ressalta Alan, que pediu aos pais um presente "de gente grande": um relógio "de ponteiros".
Fonte: G1/CE
Com a colaboração do Blog Salvem as nossas crianças
Com a colaboração do Blog Salvem as nossas crianças
Assinar:
Postagens (Atom)












