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terça-feira, 13 de março de 2012

Cuidando da Saúde!


Aqui está nossa companheira Cleide Almeida (foto), verificando sua 'pressão arterial' aproveitando os trabalhos da Saúde que foram realizado no dia 08 de março (Dia Internacional da Mulher) na praça Duque Bacelar, onde foi realizada uma vasta atividade organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher com parcerias de diversos seguimentos da sociedade. Eu acho que todos devemos ter este cuidado com nossa saúde, sempre que pudermos procura-la um posto médico para fazer um "checape" da nossa saúde, principalmente aqueles que sabe que tem problemas de pressão auta ou baixa, que é o caso meu também.
Cuide-se...

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Pessoas baixas em estatura física têm risco maior de sofrer doenças de coração do que pessoas altas


Uma possível explicação seria que as pessoas mais baixas têm uma largura arterial menor, o que facilitaria a obstrução dos vasos.

 Foto do Google
As pessoas com baixa estatura, principalmente as mulheres, têm um risco de 1,5 vezes maior de sofrer alguma doença cardiovascular do que os indivíduos mais altos.
Esta é a análise realizada por pesquisadores da Universidade de Tampere (Finlândia) e publicado no “European Heart Journal”.
O estudo considerou como pessoas de baixa estatura as que medem menos de 1,60m (1,65m os homens e 1,53m no caso das mulheres), e como altos aqueles que medem mais de 1,73m (1,77 em homens e 1,66 em mulheres).
Os resultados também indicam um maior índice de mortalidade por doença cardiovascular entre mulheres de baixa estatura, com um risco 1,55 vezes superior ao das mulheres altas, enquanto o risco entre os homens baixos é 1,37 vezes maior do que os altos.
A análise, que se baseou no estudo de mais de três milhões de indivíduos, destaca como possível explicação nas diferenças do risco cardiovascular, que as pessoas mais baixas têm uma largura arterial menor, o que facilitaria a obstrução dos vasos sanguíneos.
Também de acordo com os estudiosos, outra causa poderia ser que as pessoas que pertencem a um nível socioeconômico baixo teriam maiores infecções e desnutrição durante a época da gestação, o que poderia derivar em um menor crescimento do indivíduo e também em uma proteção reduzida de diversas doenças.

Copiado do portaltimonfm.com

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Hoje é o 'Dia Nacional do Doador de Sangue'


Brasil ainda tem número de doadores menor do que a demanda

Marielly Campos
vivabem@band.com.br
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A cada dois minutos, um paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil, segundo a Fundação Pró-Sangue. Apesar disso, o número de doadores ainda é pequeno no país, menos de 2% da população. Nesta sexta-feira, é celebrado o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 68 anos – menores de 18 precisam de autorização dos pais ou responsáveis; estar em boas condições de saúde, pesar 50 kg ou mais. Antes da doação, é feita uma triagem clínica, com entrevistas e teste de anemia, medição de peso e identificação. Além disso, o voluntário não pode estar em jejum, mas deve consumir uma refeição leve. Dormir pelo menos seis horas na noite anterior e não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas antes.

Além disso, “há impedimentos temporários, como gripe ou febre – nesses casos deve aguardar pelo menos sete dias; gravidez ou amamentação – se o parto aconteceu 12 meses antes; o candidato não pode ter feito tatuagem ou acupuntura também nos 12 meses anteriores; e também não pode ter se exposto a situações que aumentam o risco de contágio pelo HIV – como múltiplos parceiros sem proteção ou uso de drogas injetáveis”, afirma o clínico geral Filippo Pedrinola, colaborador do Portal Minha Vida.

Os impedimentos definitivos segundo o médico são portadores de Doença de Chagas ou malária, hepatite após os dez anos ou ser portador do HIV. Em relação à frequência, o médico explica ainda que a mulher pode doar três vezes ao ano, a cada 90 dias; e o homem quatro vezes, a cada 60 dias.

Os interessados em doar sangue podem procurar os postos fixos do Hemocentro no Estado onde moram. As coletas também podem ser feitas através das equipes móveis. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda que os candidatos procurem as secretarias estaduais para mais opções de locais para doação.

Veja aqui a lista de hemocentros no Brasil.

Fonte: www.band.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Número de pessoas com HIV chega a 34 milhões no mundo, diz ONU

As Nações Unidas divulgaram nesta segunda-feira (21) que 34 milhões de pessoas no mundo conviviam com o vírus HIV, que pode causar a Aids, até o fim de 2010. O novo balanço de soropositivos foi divulgado nesta segunda-feira (21) pela Unaids, braço da organização que mantém estatísticas e iniciativas sobre a doença. O número recorde, segundo a agência, se deve ao prolongamento cada vez maior da vida de pessoas contaminadas, graças aos avanços nas terapias contra doença.


No ano passado, foram 2,7 milhões de novas infecções pelo HIV e 1,8 milhão de óbitos por conta de complicações ligadas à Aids.

No Brasil, dados atualizados sobre infecções e mortes serão divulgados pelo Ministério da Saúde no dia 1º de dezembro, dia mundial de luta contra a doença. A Unaids destacou o papel do país ao atender pacientes "mais vulneráveis e marginalizados".
O número de mortes ligadas à Aids no mundo caiu 21% desde 2005. Novas infecções anuais pelo HIV diminuíram 21% desde 1997.

Para Michael Sidibé, diretor executivo da Unaids, mesmo com a crise financeira mundial, o combate à doença não sofreu grandes consequências. Segundo a agência, o acesso a tratamento poupou 2,5 milhões de vidas desde 1995.
Na América Latina, os números da epidemia continuam estáveis, de acordo com a Unais, com uma média de 100 mil novos casos de infecção a cada ano desde 2001. As mulheres são um terço das pessoas infectadas até 2010.

Com a colaboração do Blog Mata Roma em foco

Para Crianças, Assistir à TV é Mais Prejudicial à Saúde do Que Ficar No Computador



Para crianças, assistir à TV é mais prejudicial à saúde do que ficar sentado no computador.
É o que afirma novo estudo publicado na revista BMC Public Health.


De acordo com a publicação, crianças que assistiam à TV por mais de quatro horas diárias tinham 2,5 vezes mais riscos de desenvolver doenças cardíacas e diabetes, por ter aumento na pressão sanguínea e da circunferência abdominal, em comparação com as crianças que passavam menos de uma hora assistindo.

Já as crianças que passavam mais tempo no computador não apresentaram esses riscos. Os pesquisadores acreditam que o motivo é que relaxar em frente à televisão queima menos calorias do que ficar sentado ao computador.

Outra razão dada por eles é que alguns hábitos pouco saudáveis são associados a assistir TV, como beliscar pequenos lanches enquanto está sentado em frente à tela.

Para a pesquisa, os cientistas da Universidade de Queen's, no Canadá, analisaram informações de 2.500 crianças, com idade entre seis e 19 anos.

A atividade das crianças foi medida com aparelhos que detectam os movimentos. Além disso, os sinais vitais também foram medidos e elas responderam a questões sobre o tempo que passam em frente da televisão e do computador.

A pesquisa sugere que as crianças não só façam atividades físicas para diminuir o risco de desenvolver doenças, mas também regulem o que fazem enquanto não estão inativas. Os cientistas indicam que o tempo de assistir à TV seja reduzido.



Fonte: Uol
Com colaboração do Blog Salvem as Nossas Crianças

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Deixe a Pele do Bebê Livre de Problemas no Verão



Brotoejas e dermatites são comuns, mas manter a pele fresquinha é o segredo

No verão, é comum que o bebê sofra com brotoejas, alergias, dermatites e pequenas inflamações na pele, além das tão temidas picadas de inseto. Segundo o pediatra Francisco Lembo, do Hospital Samaritano, em São Paulo, boa parte desses problemas acontece por causa do excesso de suor do bebê, devido ao calor.

"É importante deixá-lo sempre fresquinho para a que a pele consiga respirar", afirma. Confira as dicas de pediatras abaixo e mantenha-o longe dos problemas de pele mais comuns no verão.

Evite roupas em excesso

Muitas vezes, os pais não percebem que estão colocando roupas demais nos pequenos por não entenderem como funcionam as sensações térmicas. "Muitas vezes, o bebê precisa apenas de uma peça a mais de roupa que o adulto, e sempre com tecidos leves no verão", diz a pediatra Camila Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Um bom sinal de que a criança está passando calor é o suor na nuca ou as bolinhas no seu corpo. "Suar, chorar, ficar irritado ou empipocar pode ser sinal de que ele está com calor", afirma a médica.

Prefira roupas de algodão

O pediatra Francisco Lembo conta que muitos tipos tecidos não deixam a pele respirar - como náilon e poliéster - , o que pode gerar problemas de pele no bebê. "O melhor tecido é o algodão puro, que deixa a pele transpirar sem reter suor", recomenda.

Só de fraldas

Se a temperatura estiver muito alta, o bebê pode se sentir mais aliviado ao ficar durante o dia sem roupas - só de fraldas. "Essa medida refresca a sua pele se estiver muito calor, evitando alergias e problemas", explica o pediatra Francisco Lembo.

Mantenha o bebê em ambiente ventilado

No verão, nada de manter o bebê em locais fechados. "Quanto mais arejado e fresquinho a criança estiver, menos chances de ter doenças de pele clássicas do calor, como brotoejas que acontecem no bebê que transpira muito", justifica a pediatra Camila Reibscheid.

Banhe-o com frequência

Com o calor, a pele do bebê pede mais de um banho ao dia. "O banho deve ser morno e não se deve esfregar a pele do bebê, já que o intuito é apenas refrescar a pele", ensina Francisco Lembo. A pediatra Camila também recomenda o uso de sabonete apenas em um dos banhos do dia. "Se usado todas as vezes, o sabão tirar a camada de gordura responsável pela proteção da pele", justifica.

Invista em pomadas protetoras

Uma das doenças de pele mais comuns para o bebê nessa época do ano é a dermatite de fraldas. Segundo Lembo, ela acontece porque a pele entra em contato com xixi e fezes - e o efeito é potencializado com o calor que acaba ficando dentro das fraldas. Por isso, é importante passar uma pomada protetora em cada troca. "A pomada evitará que as fezes e o xixi irritem a pele", esclarece. Outra dica é deixar o pequeno 10 minutos livre de fraldas ou com elas abertas, para permitir uma ventilação. "Para evitar acidentes, procure deixa-lo sem fraldas logo depois da troca", ensina Camila.

Contra insetos, proteção física

As picadas de inseto podem causar alergias, e o problema é ainda maior em bebês recém-nascidos, já que sua pele é mais sensível. No entanto, não é recomendada a utilização de repelentes químicos na pele dos pequenos. "O repelente é arriscado, pois ele pode ser absorvido pela pele do bebê, levando até mesmo a anemia e intoxicações", alerta Francisco Lembo. Por isso, o pediatra indica protetores físicos, como mosquiteiros.

Não se esqueça do filtro solar

Médicos recomendam que o bebê recém-nascido não use protetor solar por ter a pele ainda muito sensível a produtos. Mas, depois de alguns meses, o filtro solar se faz muito necessário. "A pele do bebê é extremamente sensível e o protetor solar evita lesões, como queimaduras", diz a pediatra do Hospital São Luiz.

Mantenha-o hidratado

Bebês que não são alimentados apenas com aleitamento materno devem ter reforço na hidratação, seja com água ou sucos. Segundo o pediatra Francisco Lembo, a hidratação vem de dentro. "Ao ingerir bastante líquido, a pele do bebê fica mais hidratada, evitando que as glândulas presentes na pele fiquem obstruídas e facilitem o desenvolvimento de doenças", esclarece o médico.



Fonte: Ana Paula de Araujo
Uol
Com a colaboração do Blog Salvem as Nossas Crianças

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Em Timon, números de casos de hanseníase preocupam


Estudo do Ministério da Saúde aponta redução em casos de hanseníase em todo o país.

Um estudo do Ministério da Saúde aponta para a redução nos casos de hanseníase em todo o Brasil. Mas, em Timon, os números preocupam. Para a coordenação de combate a hanseníase no município, falta informação.

O medicamento é de graça e está disponível na rede pública, mesmo assim ficam guardados no centro de epidemiologia. A população anda desinformada sobre a hanseníase. Os profissionais também estão preocupados com os pacientes em tratamento, são duzentos e quarenta inscritos em Timon, por determinação do ministério da saúde eles devem antes de levar o medicamento para casa, tomar uma parte extra na frente de um agente de saúde. A precaução é para erradicar uma doença que teima em resistir.

De 2001 a 2010 foram notificados 2.094 casos. No ano passado, foram 208. E, este ano, até outubro, 112 casos foram registrados. Para diminuir a falta de conhecimento da população, um grupo trabalha nas escolas e nas ruas de Timon, a ideia é mostrar que a doença pode ser facilmente detectada.

Fonte: Imirante

Com a colaboração do portaltimonfm.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vacinas: Como Manter o Seu Filho Superimunizado



As vacinas garantem a proteção da saúde do seu filho. Veja aqui as últimas novidades na área, um tira-dúvidas com tudo o que você precisa saber e mais: o calendário de vacinação infantil completo


Boa notícia para quem acaba de entrar no universo da maternidade e, assim, no da vacinação infantil: você vai economizar, e muito!

O calendário nacional de vacinação para crianças é um dos mais completos do mundo, e recentemente foram incluídas novas vacinas gratuitas: a pneumocócica conjugada, a meningocócica C conjugada e a da gripe.

Se você fosse vacinar seu filho contra essas doenças na rede privada, gastaria, em média, R$ 1.600 até ele completar 18 meses! Veja novidades e esclarecimentos para as principais dúvidas que você pode ter.

1. Como funcionam as últimas vacinas incluídas no calendário do governo?
A pneumocócica conjugada 10-valente, que combate dez tipos de pneumococos, como os que causam pneumonia e otite, deve ser dada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço entre 12 e 15 meses. Na rede particular está disponível outro tipo de vacina, a 13-valente, que protege contra 13 tipos. Cada dose, e são quatro que você precisa dar no total, custa de R$ 226 a R$ 285. A grande questão para quem opta por dar a 10-valente é que a criança não vai ficar protegida contra os outros três tipos de pneumococos encontrados na 13-valente no primeiro ano de vida, quando há maior incidência de doenças pneumocócicas.
Felizmente, esses três tipos não são os mais incidentes no Brasil. Uma opção, diz Marcos Lago, infectologista pediátrico e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e membro do comitê de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, é dar, depois de fazer o esquema de vacinação completo com a 10-valente, uma dose da 13-valente quando a criança tiver entre 1 e 2 anos, porque aí a resposta do sistema imunológico é mais eficiente – o resultado não seria tão bom se ela recebesse a dose com 2 meses. Se seu filho tomou a 7-valente (versão anterior), os médicos dizem que você pode dar uma dose da 13 para completar a proteção.

A meningocócica C é a mesma nas duas redes – na clínica, o valor varia entre R$ 110 e R$ 174. Ela combate a meningite e é aplicada aos 3 e aos 5 meses, com reforço entre 12 e 18 meses.

A da gripe, que também protege contra a influenza A (H1N1), é dada para crianças de 6 meses a 1 ano e 11 meses, sendo a primeira meia-dose aos 6 meses, a segunda aos 7 meses e o terceiro reforço se a criança estiver na faixa etária especificada acima. Na rede privada, custa R$ 60 a R$ 70 cada dose.

2. O Zé Gotinha vai acabar?
Sim. O Ministério da Saúde confirmou com exclusividade, que o esquema de vacinação contra a paralisia infantil vai mudar. A Sabin, a gotinha (vírus atenuado), vai ser gradualmente substituída pela Salk, a injeção (vírus morto). Isso porque a gotinha oferece um risco pequeno de a criança contrair a doença: um caso para cada 800 mil doses na primeira vez que ela é vacinada e um para cada 1 milhão e 200 mil doses a partir da segunda. De início, o ministério vai adotar um esquema que oferece a Salk nas duas primeiras doses e a Sabin na terceira e nos dois reforços – assim, a criança já estará imunizada quando receber o vírus vivo. E a campanha nacional acontecerá uma vez ao ano.

O governo diz que a transição não tem data para começar, mas segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações esse esquema será implementado no ano que vem. Por enquanto, a Salk está disponível na rede privada em alguns tipos de vacinas combinadas, como a Hexavalente (que também protege contra difteria, tétano, coqueluxe, hepatite B e hemófilos do tipo B) por cerca de R$ 200 a R$ 240. Para a Salk, são necessárias três doses e dois reforços. Se você não pode pagar todas as doses, os médicos recomendam dar as duas primeiras da Salk e depois continuar o esquema de vacinação nas campanhas nacionais. Mesmo que tenha dado todas as doses da Salk, os pediatras recomendam que você continue participanado das campanhas.

3. Há previsão de mais novidades na rede pública?
Sim. No ano que vem será introduzida a vacina combinada Pentabrasil, a atual Tetravalente (a DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, junto com a hemófilos do tipo b, contra meningite) junto com a hepatite B. Todas elas já estão disponíveis no posto, mas você tem que dar mais picadinhas no seu filho. “Daqui a quatro ou cinco anos, vamos juntar essa vacina com a Salk (a pólio inativada) e teremos uma heptavalente, que vai incluir também a meningocócica C”, diz Carla Domingues, coordenadora geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Afinal, sempre que você puder, é melhor dar as combinadas.

4. Quais estão apenas na rede particular?
Além das combinadas, da Salk e da 13-valente, são quatro as que não estão na rede pública:

Hepatite A: primeira dose com 1 ano e segunda com 18 meses. Custo (cada dose): R$ 99 a R$ 115.

Varicela (catapora): primeira dose com 1 ano e segunda entre 4 e 6 anos. Custo: R$ 142 a R$ 160.

HPV: três doses a partir de 9 anos. Custo: R$ 190 a R$ 270, a bivalente (protege contra dois tipos), e R$ 259 a R$ 400, a quadrivalente (contra quatro).

Tríplice bacteriana acelular (com vírus inativado, que pode dar menos efeito colateral): doses aos 2, 4 e 6 meses, com reforço entre 15 e 18 meses e também entre 4 e 6 anos. Custo: R$ 70 a R$ 128.

5. Criança doente deve ser vacinada?
Depende. Resfriado, tosse e outras infecções leves não são empecilhos. A única exceção é ela estiver com febre igual ou superior a 38º C. Aí não pode vacinar.

6. E se eu perder ou precisar adiar o prazo da vacinação?
Dê a vacina assim que puder e avise o pediatra. Não deixe de atualizar as vacinas do seu filho para que ele esteja sempre protegido.

7. A vacina pode causar alguma reação na criança?
Sim. Essas reações são naturais e esperadas no período pós-vacinação. Seu filho pode ter febre, dor local e vermelhidão pelo corpo. Se notar algo incomum, fale com o pediatra. Vacinas como as de sarampo e rubéola, que possuem na composição o vírus vivo atenuado, têm mais chances de provocar essas reações, principalmente nas primeiras doses.

8. Posso dar antitérmico ou analgésico antes da vacinação?
De jeito nenhum. O remédio pode comprometer a eficácia da vacinação, e aí seu filho não fica totalmente protegido. Ele deve ser usado apenas se a criança apresentar algum sintoma depois de receber a vacina, e, mesmo assim, com o aval do pediatra.

9. A vacina do posto é a mesma da clínica?
Sim, em geral é a mesma, tem a mesma qualidade e ambos os locais são rigorosamente fiscalizados pela Vigilância Sanitária. Já os consultórios dos pediatras particulares não são.

10. Meu filho já teve a doença. Ele precisa ser vacinado?
Se forem doenças virais, como sarampo e catapora, a probabilidade de estar imunizado é grande, mas não há garantia, assim como para as demais doenças. Na dúvida, os especialistas recomendam que a criança seja vacinada, sim. Converse com o pediatra.

11. Se o bebê tomar a vacina em gotinha e regurgitar, precisa tomar de novo?
Sim, ele deve tomar de novo caso regurgite nos 15 minutos seguintes à vacinação.

12. Para bebês prematuros, como fica o calendário?
Primeiro eles precisam ganhar peso para depois serem vacinados, o que varia de acordo com o desenvolvimento de cada criança. Portanto, é o pediatra quem vai indicar as vacinas. Vale lembrar que eles podem receber doses gratuitas de vacinas com o vírus inativado em vez das que usam o vírus vivo, já que têm a imunidade mais baixa. O Ministério da Saúde oferece esse serviço nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais

13. Se meu filho não pode ser vacinado, eu devo tomar a vacina?
Essa é a recomendação. Imunizar os familiares e pessoas que cuidam do bebê é uma forma de minimizar os riscos. Afinal, se vocês estiverem protegidos, as chances de seu filho pegar a doença são menores. Aproveite para atualizar o calendário de vacinas da família.

14. Tudo bem tomar mais de uma vacina no mesmo dia?
Sim. Elas podem ser dadas no mesmo dia ou só depois de um mês. Isso acontece porque, uma vez que o sistema imunológico começa a agir, leva um tempo para que ele possa responder com eficácia a um outro estímulo. Quando dada no mesmo dia, não tem problema. Mas se você der uma hoje e outra dentro de uma semana, pode atrapalhar a resposta do organismo e, assim, a proteção. O único cuidado é que a aplicação não seja feita no mesmo local da pele.


Fonte: Revista Crescer
Com a colaboração do blog Salvem as Nossas Crianças

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Palestra sobre saúde do homem, levou muitos homens ao teatro municipal






*Autor das fotos: Maurício Lima/Conselho Tutelar

A Secretaria Municipal de Saúde de Coelho Neto, realizou na noite desta última quinta-feira 27/10 um seminário sobre a saúde dos homens, com temas de muita importância para a classe de homens, sendo os seguintes temas: "Disfunção Erétil" ministrada pelo Dr. Carlos Alex e sobre o "câncer de próstata" ministrada pela Dr. José Raimundo. No evento havia um público muito grande de homens que aproveitaram para tirarem algumas dúvidas relacionadas ao assunto abordado, com também tinha várias mulheres no local, o público presente foram; ACS, Vereadores, Conselho Tutelar, profissionais da saúde, além de pessoas da comunidade local. O seminário aconteceu no predio do teatro municipal e teve inicio as 19:30hs.

Uma reflexão:
É comum saber que os homens não costuma cuidar de sua saúde, acha que são super-homem, e na verdade não são. Muitos tem vergonha de procurar o médico para saber sobre as doenças que eles tem. Tá na hora de quebrar este tabú que ainda existem em nós homens.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

FEIRINHA MALUCO BELEZA DO CAPS, FOI UM SUCESSO!


No final da tarde desta quarta feira. A equipe que trabalha no Centro de Atenção Psicossocial ( CAPS), realizou a feirinha maluco beleza. Esta feirinha tem como objetivo, vender ao publico e a comunidade, artesanatos, fabricados pelos pacientes do CAPS.

Na Praça Duque Bacelar, eles realizaram varias atividades, bem como: Capoeira com os pacientes, Venda de lanches, artesanatos, dentre outros.

Em Coelho Neto, o CAPS é um órgão da Secretária Municipal de Saúde, que tem dado total apoio a esta iniciativa, do governo federal, de está lado a lado dando total assistência aqueles que precisam do CAPS.

O QUE É CAPS?

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são instituições brasileiras que visam à substituição dos hospitais psiquiátricos - antigos hospícios ou manicômios - e de seus métodos para cuidar de afecções psiquiátricas.

Os CAPS, instituídos juntamente com os Núcleos de Assistência Psicossocial (NAPS), através da Portaria/SNAS Nº 224 - 29 de Janeiro de 1992, são unidades de saúde locais/regionalizadas que contam com uma população adscrita definida pelo nível local e que oferecem atendimento de cuidados intermediários entre o regime ambulatorial e a internação hospitalar, em um ou dois turnos de 4 horas, por equipe multiprofissional, constituindo-se também em porta de entrada da rede de serviços para as ações relativas à saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial, como referido, são serviços públicos de saúde mental, destinados a atender indivíduos com transtornos mentais relativamente graves. Esse serviço é uma substituição as internações em hospitais psiquiátricos, e tem como maior objetivo tratar a saúde mental de forma adequada, oferecendo atendimento á população, realizando o acompanhamento clínico, e promovendo a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho e ao lazer, a fim de fortalecer os laços familiares e comunitários.



Esse serviço oferece três modalidades de tratamento (intensivo, semi-intensivo, e não intensivo), que variam de acordo com a necessidade do indivíduo. O atendimento intensivo trata-se de atendimento diário oferecido quando a pessoa se encontra com grave sofrimento psíquico, em situação de crise ou dificuldades intensas no convívio social e familiar, precisando de atenção contínua. Esse atendimento pode ser domiciliar, se necessário. O semi-intensivo, no qual, o usuário pode ser atendido até doze dias no mês, sendo que essa modalidade é oferecida quando o sofrimento e a desestruturação psíquica da pessoa diminuíram, melhorando as possibilidades de relacionamento.
Más deve-se ressaltar que a pessoa ainda necessita de atenção direta da equipe do serviço para se estruturar e recuperar sua autonomia. E o não intensivo, que é oferecido quando a pessoa não precisa de suporte da equipe para viver em seu território e realizar suas atividades na família e/ou no trabalho, podendo ser atendido até três dias no mês.
O Blogueiro ai na foto comprando os atesanatos










*Fotos: Raphael Durate
Com a colaboração do Blog Virou Notícia do Raphael Duarte

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Hormônio Cerebral é Testado Para Tratar Pessoa Com Autismo





A ocitocina, hormônio produzido no cérebro e ligado a funções corporais, como o parto e a produção de leite em mulheres, e a relações sociais, como a ligação entre pais e filhos, pode virar tratamento contra autismo. Pessoas com o transtorno têm dificuldade de reconhecer expressões faciais e de criar laços sociais.

Psiquiatra de Yale vai lançar enciclopédia sobre autismo

O psiquiatra James Leckman, que veio a São Paulo no mês passado, a convite do Instituto de Psiquiatria da USP, está pesquisando o efeito da ocitocina em autistas.

O médico, que é professor de psiquiatria infantil em Yale, participa de estudo em que voluntários recebem doses de ocitocina e terão seus cérebros examinados em testes de imagem. A pesquisa ainda está em andamento.

Mas trabalhos anteriores com o hormônio mostram que doses intranasais de ocitocina podem melhorar as habilidades sociais do autista.

Um estudo publicado no ano passado na revista "PNAS" descreve os efeitos da ocitocina em um grupo de pessoas com autismo.

O hormônio melhorou o reconhecimento de expressões faciais e a habilidade de interação dos voluntários com autismo em jogo virtual.

Outro exercício exigia que os participantes olhassem para expressões faciais em um computador e identificassem se o rosto era de homem ou mulher e a direção que os olhos apontavam.

Autistas, antes do tratamento com ocitocina, olhavam pouco para o rosto representado na imagem. Após as doses de ocitocina, conseguiram fixar mais seu olhar.

O resultado sugere que a ocitocina reduza a ansiedade dos autistas na hora de fazer contato visual.

Segundo Leckman, ainda é necessário fazer mais testes para determinar se o tratamento é seguro e eficaz. "É diferente ler expressões faciais em um teste e na vida real. Também não se sabe se o hormônio vai fazer diferença a longo prazo."


Fonte: Folha de São Paulo
Com colaboração do Blog Salvem as nossas crianças

Instituto Butantan Desenvolve Nova Vacina Contra Coqueluche





O Instituto Butantã está desenvolvendo uma vacina contra a coqueluche para bebês menores de seis meses, período em que a doença é mais letal. Segundo a pesquisadora responsável pelo projeto, Luciana Cerqueira Leite, mais de 90% dos casos de morte por coqueluche ocorrem nessa faixa etária. Atualmente, a imunização só ocorre após o primeiro semestre de vida.

"A coqueluche é uma doença respiratória, que provoca tosse, coriza, hipersecreção respiratória e febre, entre outros sintomas. Pode causar pneumonia e insuficiência respiratória grave. Como o organismo dos bebês ainda é mais frágil, quadros como esses podem levar à morte", explicou.

"Pelos métodos atuais, a criança é imunizada contra a coqueluche por uma vacina chamada DTP, que protege também contra a difteria e tétano. Aos dois meses é aplicada a primeira dose, com reforços aos quatro e seis meses, deixando o bebê protegido somente após a terceira aplicação. Isso faz com que as crianças fiquem expostas exatamente quando são mais vulneráveis", ressaltou Leite.

No Brasil, a doença está controlada, porém, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, este ano foi registrado um surto de coqueluche e até julho já haviam sido contabilizados mais casos do que em todo o ano de 2010.

O projeto teve início há mais de dez anos e a previsão é de que, caso os resultados sejam positivos, a nova vacina esteja no mercado dentro de dez anos. A pesquisadora declarou que a nova técnica está sendo testada com sucesso em camundongos e que a próxima etapa será de testes em humanos, com início previsto para 2013.

Para desenvolver a nova técnica de imunização, os pesquisadores se espelharam na vacina BCG, utilizada para proteger o corpo contra a tuberculose. "A diferença é que a vacina atual coloca o sistema imunológico em contato com a Bordetella [bactéria responsável pela doença] morta, fazendo com que ele produza anticorpos para combatê-la. Já no novo método, a imunização é celular. Colocamos no organismo uma bactéria transgênica, e as próprias células aprendem a eliminá-la", comentou a pesquisadora. A nova vacina já poderia ser aplicada com poucos dias de vida e teria efeito quase imediato, protegendo a criança até de um eventual contágio materno.



Fonte: Agência Brasil
Com colaboração do Blog Salvem as nossas crianças

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Estudo Mostra Benefícios de Vacinação Contra Gripe em Crianças



A proposta do governo americano de oferecer a vacina contra a gripe a crianças na fase pré-escolar resultou em uma grande redução das visitas aos prontos-socorros por crianças entre 2 e 4 anos, segundo um novo estudo. Os benefícios se estendem também a crianças mais velhas.

O governo começou a recomendar em 2006 a vacinação das crianças desta fase e, em 2008, ela se estendeu a todas as crianças a partir de seis meses.

Porém, o Canadá propôs a vacinação das crianças em fase pré-escolar somente a partir de 2010.

Para avaliar os efeitos deste requisito, pesquisadores do Hospital Infantil de Boston compararam dados de 2000 a 2008 de 114.657 visitas de crianças com menos de 18 anos a prontos-socorros de dois hospitais com sintomas semelhantes aos da gripe. Um dos hospitais ficava em Boston e o outro, em Montreal. O estudo foi publicado na última segunda-feira (26) na revista "Canadian Medical Association Journal".

Os cientistas descobriram que após 2006, as visitas de crianças de 2 a 4 anos às salas de emergências diminuíram 34% no hospital de Boston, em comparação ao de Montreal. Além disso, as idas a prontos-socorros nas idades entre 5 e 18 anos diminuíram 18% em Boston. A política da vacinação das crianças em fase pré-escolar talvez tenha reduzido a probabilidade de transmissão da gripe às crianças mais velhas e aumentado a conscientização dos pais para a vacinação dos mais velhos.

"Vacinar as crianças exerce um efeito direto e estamos observando o impacto dessas recomendações'', afirma John S. Brownstein, autor sênior do estudo e professor adjunto de pediatria do Hospital Infantil de Boston.



Fonte: Folha de São Paulo
Com a colaboração do Blog Salvem as nossas crianças

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Prevenção de Acidentes: Como Evitar Intoxicação em Crianças Por Medicamentos




Intoxicação em crianças por medicamentos
Novo estudo alerta sobre o risco dos remédios em casa perto do alcance das crianças. Confira


Onde você guarda os medicamentos na sua casa? Está bem longe do alcance do seu filho? Inclusive aquele que você toma todos os dias? Um estudo realizado pelo Cincinnati Children´s Hospital Medical Center, nos Estados Unidos, alerta sobre o aumento do número de crianças intoxicadas por medicações nos últimos anos neste país.

A pesquisa, publicada no Journal of Pediatrics, revelou que mais de 453 mil crianças foram intoxicadas por medicamentos entre 2001 e 2008, representando um aumento de 28% desse tipo de acidente. Durante o período, 66 mortes foram registradas. Entre os remédios mais comuns tomados pelas crianças estavam analgésicos, aqueles para dormir e outros para problemas cardiovasculares. Outro dado do estudo mostrou que em casa e na casa de amigos e parentes eram os locais onde elas encontravam os remédios com facilidade, como nos balcões da cozinha, cômodas e criados-mudos.

Segundo Rosany Bochner, pesquisadora e coordenadora do SINITOX - Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (um órgão da FioCruz e do Ministério da Saúde), as crianças menores, na faixa de 2 a 3 anos, são as principais vítimas. "Eles são muito curiosas e querem colocar tudo na boca, o que faz parte do desenvolvimento. Além disso, os medicamentos da linha pediátrica possuem embalagens coloridas e cheirosas, que estimulam os sentidos da criança", diz.

Um outro exemplo são os xaropes, que tem sabor agradável ao paladar infantil. Se observarmos bem, as embalagens não têm nenhuma proteção. "Elas deveriam ter lacres ou travas de segurança para dificultar a ação das crianças", afirma a coordenadora. Por isso que a melhor prevenção ainda é deixar os remédios em um local inacessível para as crianças.

De olho na dosagem certa

A intoxicação, no entanto, não acontece só quando a criança toma remédio sozinha. Na hora de os pais medicarem os filhos o risco existe, em especial quando a medida é feita com base em uma colher de sopa, de sobremesa, de café. Foi essa questão que levou o pesquisador Amadeu Roselli Cruz, do departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, a medir a capacidade de dezenas de colheres, compradas em seis capitais brasileiras. O estudo, publicado em 2010, revelou que a maioria dos medicamentos líquidos é ingerida em dosagens incorretas, pois não há padronização das medidas indicadas nas bulas e nas prescrições médicas.

Roselli mediu e comparou a capacidade de 60 colheres de sopa, sobremesa, chá e café, compradas em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Natal e Rio de Janeiro. Foram encontradas diferenças volumétricas de até 500%, o que significa que a utilização dessas medidas pode resultar em superdosagens ou subdosagens de medicamentos. A superdosagem de medicamentos pode causar intoxicação por medicamentos. Já a subdosagem de antibióticos pode propiciar a resistência bacteriana.

A melhor solução é pedir ao pediatra fazer a prescrição em mililitros e usar uma seringa ou um copo dosador para medir com exatidão a dose do remédio. “No caso de medicamentos em gotas, nunca pingue diretamente na boca da criança porque sempre vai cair uma gota a mais e de gota em gota, o organismo pode se intoxicar”, diz a pediatra Égle Thomaz Leôncio, do Ambulatório de Pediatria da Universidade Cidade de São Paulo.

Quais os principais motivos para a intoxicação?

1) Automedicação! Manter a famosa "farmacinha" (dentro de casa) pode ser perigoso para toda a família. Simplesmente, porque a sobra dos medicamentos utilizados em tratamentos anteriores já constitui um fator de risco para a criança que os encontrar. Portanto, os remédios devem ser mantidos fora do alcance das crianças, e de preferência em locais trancados. Fique de olho também quando for visitar algum amigo ou parente!

2) O erro na administração de remédios é mais comum do que a gente imagina. Então, observe a medida exata do copinho ou use uma seringa dosadora.

3) Contraindicações! O desconhecimento das alergias é uma das causas mais frequentes de intoxicação por remédios. Sempre que o médico perguntar se o seu filho tem alguma alergia, não tenha vergonha se não souber o que é. Peça para o profissional lhe explicar, até você entender completamente o que ele está dizendo.

4) Os pais devem estar atentos para não confundirem a embalagem primária (a capa) do remédio com outros medicamentos de cor e tamanho similares.

5) Lembre-se que "letra de médico" tem fama de ser ilegível. Portanto, saia do consultório com a certeza de que entendeu o nome da substância que seu filho vai tomar. Não se acanhe em refazer a pergunta uma, duas ou três vezes. Pois o farmacêutico não é especialista em caligrafia e, até mesmo ele, poderá confundir o nome exato das substâncias.

6) Por último: o medicamento deve ser tomado sempre com água.

Como reagir em casos de intoxicação?

Se a substância tóxica ingerida estiver entre solventes, querosenes, ácidos ou cáusticos, leve a criança imediatamente a um pronto-socorro. Nunca force o vômito ou use fórmulas caseiras. Ligue para um dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIAT) pelo telefone de cobertura nacional - 0800 722 6001. Só assim você poderá receber as orientações adequadas e, na maior parte das vezes, resolver o problema dentre da sua própria casa. No entanto, se eles concluírem que o caso é mais grave, procure um pronto-socorro e leve os produtos que a criança ingeriu em mãos.

Importante: Os CIATs estão espalhados por 19 estados do Brasil e, também, no Distrito Federal. Os telefones de cada um dos CIATs encontram-se no site da Fundação Oswaldo Cruz (www.fiocruz.br).



Fonte: Revista Crescer

(Do Blog Salvem as nossas crianças)