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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Religioso pagou R$ 2 para abusar sexualmente de menina de 6 anos

O suspeito foi preso em flagrante pela Delegacia Especial de Atendimento Mulher (Deam)

29-02-2012 00:08
Ele era tido no bairro como um bom vizinho  Ele era tido no bairro como um bom vizinho (Foto Extra)
Um caso de pedofilia praticado por um religioso de 79 anos chocou os moradores da Vila Santa Tereza, em Belford Roxo. O presbítero da Assembleia de Deus Franezio Eleotério de Oliveira pagou R$ 2 para atrair a vítima, de apenas 6 anos. Ele pediu à garota para erguer a blusa. O suspeito foi preso em flagrante pela Delegacia Especial de Atendimento Mulher (Deam) de Belford Roxo, por estupro de vulnerável.

O episódio ocorreu nesta segunda-feira à tarde, quando a garota foi à casa de Franezio para pagar uma dívida de R$ 10 a pedido da mãe, que havia pedido dinheiro emprestado a ele. Quando chegou lá, encontrou o religioso deitado na cama. Na volta para casa, a mãe perguntou como ela havia conseguido os R$ 2. A garota disse que foi um presente do irmão Franezio, como o religioso é conhecido na área.

A mãe desconfiou e foi com a menina, em direção à casa de Franezio. No caminho, a criança começou a chorar e contou a história para a mãe.

— Cheguei a pegar uma faca em casa. Quase fiz uma besteira, mas consegui colocar a cabeça no lugar e liguei para a polícia — contou a dona de casa.
A criança foi submetida a um exame pericial, que confirmou as marcas no corpo da menina. Nesta terça-feira à tarde, a menina ainda se queixava de dores no local, que estava roxo.

— Não houve conjunção carnal, mas houve um ato libidinoso. O pior disso tudo é que o suspeito é um líder religioso, que contava com a confiança das pessoas — disse a delegada Soraia Vaz de Sant‘ Ana, da Deam.

Na carceragem, o religioso confessou ter cometido o crime. Mas admitiu que o caso ficaria impune caso a mãe dela não denunciasse o abuso.

— Se a mãe não denunciasse, eu ficaria impune e agiria como se nada tivesse acontecido. Ela é uma criança e sei que o que fiz foi errado. Mas confio em Deus para que eu nunca mais faça isso. O que vai acontecer comigo? Aí, só Deus sabe.

Religioso distribuía doces e frutas às crianças

Na Vila Santa Tereza, os moradores ainda custam a acreditar que o irmão Franezio tenha praticado um crime tão grave. Um dos moradores mais antigos da rua, o religioso mora na mesma casa, ao lado da Assembleia de Deus da Vila Santa Tereza, há mais de 30 anos. Costumava distribuir doces e balas para as crianças. E abria o portão de casa para que as crianças apanhassem frutas no seu quintal.

— Ele era uma pessoa prestativa, que nunca tinha feito mal a ninguém. Fiquei chocada — surpreende-se a doméstica Maria do Carmo Valentim Souza, de 50 anos.

“Só não contei nada porque fiquei com medo”

Mas há um relato que destoou da maioria dos moradores, contado pela estudante Viviane Vasconcelos Santos, de 18 anos. Assim como a menina de 6 anos, ela disse ter sido vítima de um abuso, ocorrido há três anos, quando foi à casa do religioso com outra amiga, que tinha 8 anos na época.

— Ele alisou as minhas pernas. Aí, dei dois tapas na cara dele e saí de lá. Só não contei nada na época porque fiquei com medo que o meu pai fizesse uma besteira — conta.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/religioso-pagou-2-para-abusar-sexualmente-de-menina-de-6-anos-4094889.html#ixzz1njjqv4k0

Com a colaboração do: portalmeionorte.com

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pedofilia: Como Os Pais Podem Agir ?

Com tantos casos noticiados todos os dias, você deve estar apreensivo. Confira algumas dicas que preparamos para ajudá-lo a lidar com esse perigo...

Depois de tantas notícias diárias sobre casos de pedofilia, você deve ter ficado preocupado. Será que pode acontecer com meu filho? Afinal, há alguma maneira de identificar e combater o abuso?

É possível, sim, tomar alguns cuidados. “Não há um perfil do agressor, que pode ser alguém da própria família, e nem do agredido, que pode ser de várias idades e de diferentes classes sociais”, diz Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington.

Ela trabalha há cerca de 10 anos em um centro especializado de ajuda a mulheres e crianças até 14 anos que sofreram violências sexuais e conta que, por dia, chegam cerca de 15 novos casos ao hospital. “A principal atitude que as mães devem ter é conversar muito com a criança e, assim, criar uma relação de confiança com ela”, afirma.

Veja algumas orientações que preparamos com orientação da psicóloga.

-Explique que o corpo da criança é só dela e que ninguém tem o direito de mexer nele. Deixe claro que, se qualquer algum adulto tentar fazer algo estranho com ela, você precisa saber;

-O agressor, na maioria dos casos, pode ser um conhecido. Se o seu filho reclamar que não gosta de alguém com quem vocês convivam, tente entender o motivo.

“Muitas vezes, pode não ser uma fantasia”, diz Daniela;

-Mesmo assim, mantenha a orientação de que seu filho não deve falar com estranhos;

-Uma das maneiras de aproximação dos agressores é a internet. Por isso, se o seu filho tem um perfil no Orkut, não deixe os dados liberados para quem não é amigo e não coloque muitas fotos; -Diga para a criança não frequentar salas de bate-papo.

Se precisar, use filtros de segurança no computador;

-Fique sempre por perto quando seu filho estiver navegando e saiba quais são os sites que ele visita;

-Deixe o computador sempre em um lugar comum (e não em quartos)

-Fique atento ao comportamento de seu filho.

Mudanças bruscas, apesar de não comprovarem que algo de errado está acontecendo, podem representar fortes indícios.

Voltar a fazer xixi na cama, ter brincadeiras violentas com bonecas e medo de ficar sozinho com adultos, apresentar comportamento mais “sexualizado” e problemas na escola são alguns destes sinais.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI63192-15151,00.html
Com a colaboração do Blog Salvem as Nossas Crianças

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PEDOFILIA NO FUTEBOL BRASILEIRO








PEDOFILIA NO FUTEBOL ... " NOVIDADE " ... :(

Pedofilia no futebol brasileiro

Do site brasileiro "UOL esporte" transcrevo uma notícia que, no mínimo, merece reflexão atenta por parte dos responsáveis do futebol local, pois trata-se de um tema de enorme gravidade.

E como não acredito que Neto tenha inventado uma coisa assim, o único caminho é investigar o que se passa...

O ex-jogador e atual comentarista esportivo Neto afirmou que é muito comum "a homossexualidade nas categorias de base" dos clubes de futebol brasileiro.

A afirmação foi feita em entrevista ao jornal "O Estado de S.Paulo".

A repórter, então, questionou o motivo que poderia existir para que houvesse mais atletas homossexuais nas categorias de base do que no profissional.

Neto, então, explicou que o que existe, desde a época em que era jogador, nas décadas de 1980 e 90, é um assédio sexual, por parte de dirigentes de futebol, que se aproveitariam da condição econômica vulnerável dos pequenos atletas para exigir-lhes favores íntimos.

As declarações de Neto, porém, não vieram acompanhadas de provas ou de nomes de pessoas envolvidas nos supostos crimes que o ex-jogador narra.

"Muita gente usa o poder como diretor, como técnico, como outras coisas, para usar do benefício sexual com os meninos (das categorias de base)", disparou o ex-atleta.

Neto admitiu também que tomou conhecimento de atos como esse, embora jamais tenha denunciado à polícia, quando era gerente de futebol, na década de 2000.

"Essas coisas não são divulgadas, mas quando eu trabalhei como gerente de futebol (no Guarani) e quando fui jogador, a gente sabia disso.

É velado.

Para falar a verdade, é uma coisa muito séria, que o ministro dos Esportes e as autoridades deveriam olhar mais", recomendou o comentarista.

Ao ser diretamente questionado se violências desse tipo já teriam acontecido com algum "amiguinho" seu, Neto encerrou o assunto:

"Ah, se eu estou falando isso é porque já, né? Mas eu não vou falar".

FONTE

http://comunidade.xl.pt/Record/blogs/olhosdever/archive/2011/10/25/pedofilia-no-futebol-brasileiro.aspx


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CHAPADINHA: Homem é preso acusado de molestar a própria sobrinha de 13 anos.


Por CN1

O juiz Mario Henrique Reis, expediu mandado de prisão preventiva contra o lavrador Pedro da Conceição da Costa, de 31 anos de idade. Ele é acusado de ter molestado a própria sobrinha de 13 anos de idade no povoado Capinal zona rural de Chapadinha.
O pai da menor, José da Conceição da Costa, contou que seu irmão, cometeu esse crime julho deste ano - daí pra frente ele começou a ameaçar a minha família e ainda espancou meu filho que também é menor de idade, disse seu José.
Policiais do Serviço de Inteligência da 4ª Companhia e Investigadores da 3ª DRC – delegacia regional de Chapadinha, receberam o mandado de prisão na manhã de hoje (06) em seguida se dirigiram ao povoado Capinal que fica há cerca de 08 quilômetros da sede do município.
Segundo o Investigador Muniz, a equipe chegou bem na hora do almoço, quando Pedro da Conceição estava almoçando tranquilamente. Pedro recebeu voz de prisão dos policiais e não reagiu.
Na delegacia, Pedro se diz inocênte e disse que tudo não passa de uma armação contra ele por causa de uma disputa de terras.
A denúncia contra Pedro da Conceição partiu do Ministério Público.

Com a colaboração do Blog Mata Roma em Foco

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

' CONFIAR ' ENFOCA A PEDOFILIA NA INTERNET


Drama "Confiar" enfoca a pedofilia na Internet

Quem pode dizer, com total certeza, o que seu filho anda fazendo pela Internet?
Com quem ele conversa?
O que ele diz?
O drama "Confiar", segundo longa de David Schwimmer (o eterno Ross da série "Friends"), potencializa esses medos dos pais contemporâneos e extrai um comentário social bastante relevante sobre os tempos modernos.
A trama, assinada por Andy Bellin e Robert Festinger, começa com a jovem Annie (a ótima Liana Liberato) trocando mensagens no celular e no computador com um rapaz supostamente da mesma faixa etária, que usa o nome de Charlie (Chris Henry Coffey).
Quando completa 14 anos, ela ganha dos pais, Will (Clive Owen) e Lynn (Catherine Keener), um computador novo.
Em suas conversar com Charlie, os dois descobrem que têm muito em comum. Mais do que isso, ele a compreende, com ele ela pode se abrir.
Annie está tão próxima e apegada a Charlie que não se importa quando o "garoto" confessa que é um pouquinho mais velho do que ela.
Depois, revela que é um pouquinho mais velho do que já tinha dito.
Quando ela pergunta por que ele fica mentindo, ele a conforta e acabam combinando de se encontrar.
Não é nenhuma surpresa - para o público, mas é para Annie - que, quando finalmente se encontram num shopping, ele tem claramente bem mais de 30 anos.
Mesmo contrariada, Annie acaba caindo na conversa de Charlie, e o encontro acaba num hotel barato, onde ela é estuprada.
Esse é apenas o começo de "Confiar", que, dirigido com a mão rígida de Schwimmer, toma caminhos surpreendentes e corajosos.
Ao centro, mais do que o drama de Annie e as consequências morais, emocionais e sociais do abuso, está o modo como a família da garota desmonta peça por peça.
A protagonista não é uma típica vitima de um predador sexual - uma garota tímida de família problemática e isolada na escola -, pelo contrário.
Então, como algo desse porte acontece na vida de uma menina inteligente de classe média e com pais amorosos e atenciosos?
Não há explicações e, sagazmente, o filme as evita - Schwimmer está mais preocupado com as consequências.
Enquanto Will culpa a filha e tenta passar por cima do FBI na investigação do caso, a mãe, Lynn, tenta proteger a garota, que se torna vítima de bullying na escola quando o caso vem à tona.
A própria Annie, aliás, passa por uma espécie de Síndrome de Estocolmo - e está cada vez mais apaixonada por Charlie, batendo de frente especialmente com o pai, a quem ela diz "você ia gostar dele se o conhecesse", insistindo que é um "cara legal".
Annie não é, no fim, apenas vítima de sua inocência, mas da própria sociedade, que a culpa tanto quanto ao seu agressor.
Quando toca em pontos como esse é que "Confiar" se transforma um filme mais relevante.
Will ganha a solidariedade de um colega de trabalho, ao se abrir com ele e contar que sua filha fora violentada.
No entanto, quando na sequência da conversa explica como o caso sucedeu (sem violência, na persuasão), o mesmo colega respira aliviado e diz:
"Ufa, você me deu um susto.
Achei que sua filha tinha sido estuprada".
A história vai mais longe quando coloca Will como uma espécie de predador também.
Não no mesmo nível do agressor da sua filha, claro, mas que também se aproveita de jovens.
Will é publicitário e trabalha na campanha de uma grife de roupa juvenil cuja propaganda explora de forma sensual corpos de adolescentes magricelos em poses pouco comportadas.
Numa cena sintomática, ele passa mal diante de fotos gigantescas de meninos e meninas pouco mais velhos do que sua filha em trajes mínimos.
Schwimmer fez um grande filme ao discutir um assunto delicado de forma inteligente e instigante.
O longa levanta várias questões, sem pretender oferecer soluções.
Esse é um dos maiores méritos de "Confiar": joga a discussão para o público.
Até porque não há respostas simples para um tema tão complexo.
(Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

FONTE
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http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/09/22/drama-confiar-enfoca-pedofilia-na-internet-925416978.asp


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